Eis que, num belo dia, me olhei e me estranhei.

“Trata-se do encontro com o real, que está na origem da constituição do sujeito e que tentamos camuflar constituindo artifícios encobridores, mas que sempre retorna, por uma brecha qualquer, denunciando o desconhecido reflexo do espelho, que embora estranho e inquietante, é, desde sempre, bastante familiar” (Chediak, 2007: 46).

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2 comentários sobre “Estranha familiar

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